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segunda-feira, 14 de março de 2011

Pausa para a Cerveja #2 - In Taberna Quando Sumus

Depois de um carnaval pra lá de sumidos, retornamos com uma programação musical: o hino sagrado dos taberneiros!

Diretamente de Carmina Burana 1:



Quando estamos na taberna
Não pensamos na morte
Corremos a jogar
O que nos faz sempre suar
O que se passa na taberna
Onde o dinheiro é hospedeiro
Podeis querer saber
Escutai pois o que eu digo
Uns jogam, uns bebem
Uns vivem licenciosamente
Mas dos que jogam
Uns ficam em pêlo
Uns ganham aqui suas roupas
Uns se vestem com sacos
Aqui ninguém teme a morte
Mas todos jogam por Baco
Primeiro ao mercador de vinho
É que bebem os libertinos
Uma vez aos prisioneiros
Depois bebem três vezes aos vivos
Quatro a todos os cristão
Cinco aos fiéis defuntos
Seis às irmãs perdidas
Sete aos guaradas florestais
Oito aos irmãos desgarrados
Nove aos monges errantes
Dez aos navegantes
Onze aos brigões
Doze aos penitentes
Treze aos viajantes
Tanto ao Papa quanto ao rei
Bebem todos sem lei
Seiscentas moedas não são suficientes
Se todos bebem imoderadamente
Sem freio
Bebam quanto for, o espírito alegre
Todo mundo nos denigre
E assim ficamos desprovidos
Que sejam confundidos os que nos difamam
E sejam seus nomes riscados do livro dos justos
Io io io io io io io io io!

Notas:
1 - http://pt.wikipedia.org/wiki/Carmina_Burana

a letra é do http://letras.terra.com.br
e o vídeo é do youtube mesmo...

Um comentário:

  1. In Taberna Quando Sumus

    In taberna quando sumus non curamus quit sit humus
    sed ad ludum properamus cui semper insudamus
    Quid agatur in taberna ubi nummus est pincerna
    hoc est opus ut queratur si quid loquar audiatur

    Quidam ludunt
    quidam bibunt
    quidam indiscrete vivunt
    Sed in ludo qui morantu rex his quidam denudantur
    quidam ibi vestiuntur
    quidam saccis induuntur
    Ibi nullus timet mortem sed pro Baccho mittunt sortem

    Primo pro nummata vini ex hac bibunt libertini
    semel bibunt pro captivis
    post hec bibunt pro vivis
    quater pro Christianis cunctis
    quinquies pro fidelibus defunctis
    sexies pro sororibus vanis
    septies pro militibus silvanis
    Octies pro fratribus perversis
    nonies pro monachis dispersis
    decies pro navigantibus
    undecies pro discordantibus
    duodecies pro penitentibus
    tredecies pro iter agentibus
    Tam pro papa quam pro rege bibunt omnes sine lege

    Parum sexcente nummate Durant, cum immoderate
    bibunt omnes sine meta
    Quamvis bibant mente leta
    sic nos rodunt omnes gente set sic erimus egentes
    Qui nos rodunt confundanturet cum iustis non scribantur.

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