Total de visualizações de página

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Pausa para a Cerveja #7


Já falamos sobre a La Trappe, a única cerveja trapista holandesa neste post aqui. No Brasil, como já havíamos escrito lá, é possível encontrar a La Trape Blond por salgados R$ 32,90. Mas, em Amsterdam, é possível encontrar, além da Blond, a Tripel e a Quadrupel 1. Além disso, elas são mais baratas (não lembro quanto, mas menos de R$ 5 a garrafa de 355 ml). Compramos as duas e elas são ótimas. A tripel é um pouco mais clara, com menos álcool e menos encorpada que a vigorosa quadrupel, vermelho escura, com 10% de álcool e bastante cremosa. As duas são muito boas e vale a pena provar! Ps: não rolou tirar foto delas no copo porque o máximo que conseguimos no hotel foi uma xícara... Fazer o que...

Notas:

1 – as cervejas tripel levam esse nome por ser utilizado 3x mais malte que em uma cerveja trapista comum. Já a quadrupel não leva 4x mais malte, como somos induzidos a pensar. Na verdade, esse é o termo usado pela própria La Trappe para designar a cerveja envelhecida lentamente em barris de carvalho que eles produzem.

Primeira parada em Amsterdam #2

Amsterdam é, realmente, uma cidade linda e encantadora. Andando, conseguimos conhecer boa parte dos locais turísticos e, mais do que isso, conseguimos sentir como é a vida em Amsterdam. Nosso hotel não era muito perto do “fervo” e, por isso, andávamos bastante pra chegar a todos os lugares. Deliciosos passeios, diga-se de passagem. Cada bolha no pé valeu a pena. Muitas coisas lindas e interessantes escondem-se entre um canal e outro, em charmosas vielinhas. Mas acredito que as imagens que fizemos de lá dizem mais do que palavras. Porém, prometo um texto mais completo sobre nossas impressões depois que voltarmos para lá, na última etapa da viagem. Com vocês, um pouco da Amsterdam que nós conhecemos nesses três primeiros dias aqui.

Pausa para a Cerveja #6


O Marcelo, que trabalha comigo, nos deu uma dica de cerveja weiss legal, a alemã Franziskaner. E adivinha quem a gente encontrou logo no primeiro dia em Amsterdam? A própria! Levamos para saborear no quarto e, adoramos! É uma Weiss saborosa, com um aroma frutado menos carregado (mas não ausente), que faz pouca espuma e é bem incorpada.

Adoramos e recomendamos!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Novas - Primeira parada em Amsterdam #1!

Dias sem internet são muito difíceis. Ainda mais com um blog pra atualizar. E ficamos os dois primeiros dias em Amsterdam em um hotel muito legal, arrumado e limpo, mas que, simplesmente, não tinha wi-fi grátis e ninguém por aqui estava disposto a pagar 5 euros por uma horinha de internet. Enfim, graças a uma confusão que eu aprontei na hora das reservas, tivemos que procurar outro hotel para o nosso último dia aqui (leia-se: hoje). E achamos um hotelzinho mais simples, menos de um terço do preço que o primeiro estava nos cobrando e com wi-fi! Ótimo para colocar as notícias em dia. Por isso, prepare-se: o post vai ficar longo...



Anoitecendo na imensidão azul - André Érnica


Primeiro, o voo foi... ruim. Não tem como um voo de 10 horas ser bom. É cansativo, longo, entediante e, simplesmente, não acaba nunca! E ainda por cima, tivemos que passar pela chatíssima imigração na Espanha. Chata pela quantidade de gente chegando, já que a entrada em si não foi proble mas, o guarda da imigração apenas nos perguntou se era a primeira vez na Europa e nos pediu a passagem de volta. Simples assim.

Aeroporto de Barajas em Madrid - André Érnica

Depois, ficamos completamente mareados com o segundo voo, de duas horas e meia, até Amsterdam. O tempo estava ruim e o pouso foi difícil. Passamos mal com enjoo e tontura.






Chegamos por volta do meio-dia e já estavámos impressionados com a educação e a disposição em ajudar dos holandeses: todos se esforçavam em entender o nosso inglês medíocre e em nos dar as informações de maneira clara e simples. A moça do balcão de informações do aeroporto disse sobre um senhor vestido de blusa e fralda (!!!!) rosa: "Bom, que é estranho, é. Mas se ele está feliz, nós ficamos felizes!" e o senhor da bilheteria do tram 1 para a gente: "Vieram casar em Amsterdam? Não? Pois deveriam! Tenham uma boa estada". Lindo. Estou apaixonada por esse lugar.



No hotel, não aguentamos e dormimos por cerca de duas horas pra curar o mal-estar. E ele realmente passou. Nos arrumamos e passeamos pela cidade por mais de 4 horas, apesar do frio. Voltamos pro hotel tarde, bem tarde. Mas foi delicioso!



Relógio - André Érnica




Ah! A temperatura está bem baixa, menos de 10ºC e aqui anoitece bem tarde, lá pelas 21h. É lindo de ver.




Notas:



1 - Tram é um tipo de transporte público elétrico e sobre trilhos. Tem linhas pela cidade inteira e eles lembram bondes, mas mais modernos. Adoráveis.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Pausa para a Cerveja #5 - A Weiss

No post sobre as nossas favoritas da Baden Baden (aqui), acabamos postando apenas a foto da Red Ale. Mas também não podia faltar uma foto da saborosíssima Weiss:


Continuaremos devendo a foto da Stout, pelo menos por enquanto. Afinal, esse tempo friozinho pede uma Stout! Hummmm


E a foto, também do André Érnica.

terça-feira, 29 de março de 2011

Novas!

O que pode ser mais excitante do que decidir mudar de hotel em 2 países faltando apenas uma semana pra viagem? Pois é, decidimos mudar o hotel em Amsterdam e em Paris. Explico: desde o começo, o fato do hotel em Amsterdam não ter banheiro no quarto foi algo que não nos soou bem. Mas como os outros hotéis eram muito caros e os benefícios desse (tipo, café da manhã e localização) eram bons, resolvemos reservar no Rembrandt. Em Paris, não havia nada de errado com o hotel, até que, ontem, resolvemos brincar de andar pelas ruas próximas aos nossos hotéis no google street view 1. E descobrimos que nosso hotel era pessimamente localizado. Num beco, pra ser mais precisa. E, com o susto que levamos, fomos rever, um por um, nossos hotéis. Ontem, então, decidimos procurar outro hotel em Paris, que tivesse uma localização melhor. E achamos, por um preço bem próximo: vamos ficar no Hotel Altona, que fica em Montmatre, bem próximo ao Moulin Rouge. E, na pilha, optamos por rever, também, nosso hotel em Amsterdam. Ele era legal, mas sem banheiro ia ser difícil. Pesquisamos horrores e o Hotel Season, com banheiro e wi-fi, surgiu na nossa frente. E do lado dele, tem a Heineken Experience. O Museu Van Gogh fica na mesma rua e o Red Light District a 10 minutos a pé. Dúvidas? Não. É lá que ficaremos.

Notas:

1 - Você já andou de google street view? Se não, deveria. É uma das melhores experiências para se passar o tempo e se surpreender: Eu, por exemplo, além de ter achado meu carro parado na porta do meu prédio, achei meu primo brincando na frente da casa do meu avô. Disponível em google.com, opção Mapas. É só digitar o endereço desejado e, qdo aparecer o resultado, arrastar o benequinho amarelo que aparece na lateral esquerda até o ponto desejado e depois comandá-lo pelas ruas. Divirta-se.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Keep on moving...

Ok. Já sabíamos como chegar ao velho continente e onde ficar por lá. Mas ainda restava uma dúvida cruel: como se movimentar entre os países. Trem, avião, ônibus?


Claro. Algumas questões não têm discussão. Viajar de trem pela Europa deve ser o uma delícia. E essa foi a primeira opção que pesquisamos. Quanto custaria viajar de trem pela principal operadora de trens européia, a Eurail 1? Caro. Ok. Não é tão caro assim, mas, para nós, pobre classe média brasileira, é caro. Um passe 2 para viajar 4 dias no eixo Benelux-France, sob medida para a nossa viagem (que a princípio incluía uma passada rápida por Luxemburgo), saia por €190 para cada um. Isso porque é o bilhete promocional, para quem viaja em grupo (leia-se: 2 pessoas ou mais). Tem um bilhete bem mais barato, o youth, mas é para viajantes de até 25 anos, droga. Para idosos tem um esquema parecido também, mas, enfim, este também não é o nosso caso. Por isso, os dois bilhetes sairiam algo como R$ 850,00. Ou seja, caro. Até porque, não incluía o trecho Paris-Londres.


Para esse trecho, a opção que escolhemos é o Eurostar 3. Esse é o trem que cruza o canal da mancha e também é bem carinho. Custa a partir de €50 por pessoa, algo como R$ 220,00 para dois. Caro, né? Mas é um trem que cruza um pedaço do oceano. Portanto, para Londres já sabemos que iremos de trem. Ou melhor, de Eurostar.


Quando tudo estava meio que decidido e as contas estavam exorbitantes, quase que inviabilizando a viagem, descobrimos a salvação para o trecho benelux-paris: o bom e velho BUSÃO! As opções européias são muito, muito, muito baratas! Para se ter uma idéia, conseguimos reduzir os custos com transporte entre países de R$ 1010,00 para menos de R$ 800,00!!! Sim! Pagaremos menos da metade do preço e, ainda assim, iremos de Paris para Londres e de Londres para Amsterdam de Eurostar!


A mágica se chama Eurolines 4 e as passagens podem ser compradas diretamente no site deles. É só escolher o país de origem (e aí, vai abrir uma janela na língua local. Há opção para mudar a língua – no máximo para o inglês – no canto direito da página) e o trajeto que pretende fazer. Dica: compre pelo site do país de origem mesmo. Por exemplo, comprando o trajeto Bruxelas-Paris pelo site belga, o custo das duas passagens (já com taxas) seria de R$ 70,40 (barato), enquanto comprando pelo site francês, sairia, no mínimo R$ 114,00.


O lado ruim do ônibus é que ele demora mais que as outras formas. O trecho Londres-Amsterdam duraria umas 12 horas, já que também atravessa o Canal da Mancha. O ônibus pode atravessar via Ferry boat ou via Eurotunel, dependendo das condições climáticas... Fico em dúvida sobre o que seria mais legal: passar por baixo do mar ou por cima do mar de ônibus...


Por isso, o trecho Londres-Amsterdam é outro que estava nos dando dor de cabeça. Existia a opção do trem, do ônibus e a sempre possível opção dos low cost 5. Pelo low cost, a passagem custaria umas ₤ 31,00 por pessoa, ou seja, uns R$ 160,00. Barato, né? Mas, por conta dos contras, acabamos optando pelo Eurostar novamente. Não saiu barato mas é melhor que passar as 12 horas viajando de ônibus por alguns euros a menos...


Notas:


1 – Eurail é a principal companhia de trens operando na Europa. E no www.eurail.com você pode consultar destinos, horários e preços de viagens de trem entre os países europeus. Eles também têm o esquema de passes, que acabam barateando (um pouquinho) a viagem.


2 – Eurail Pass é um passe que te permite circular entre um determinado número de países por um determinado período de tempo. Custam entre US$ 45 para um país e US$ 485 para 22 países...


3 – Eurostar é a companhia responsável pelo trem que viaja de Paris a Londres e outras localidades. O site deles é www.eurostar.com.


4 – www.eurolines.com


5 – Companhias aéreas com passagens mais baratas do que de ônibus são super comuns na Europa e, agora, ganham espaço também no Brasil, com companhias como a Webjet, por exemplo. A grande desvantagem dessas companhias é o limite de peso da bagagem. Você pode levar muito pouco e, caso ultrapasse esse pouco, tem que pagar uma mega tarifa que torna a passagem mais cara que, por exemplo, a passagem de trem. Outra desvantagem é que, normalmente, os vôos saem de aeroportos mais distantes dos centros das cidades. Algo que acontece nos vôos que, para quem parte de São Paulo, saem de Viracopos, ao invés de Congonhas.